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Como degustar e avaliar um vinho tinto - II

Author: claudir  //  Category: Conhecendo, Vinhos tintos

Aprendendo a sentir os aromas

Depois de avaliar visualmente o vinho, definindo se este é um exemplar mais novo ou mais maduro a próxima etapa é sentir o aroma. Antes de assim fazer, rode o vinho em movimentos circulares. Isto faz com que o álcool que se desprende do vinho leve os aromas que o vinho possui.
Coloque seu nariz dentro da taça e inspire em intervalos pequenos para sentir o aroma que sobe. Como os vinhos tintos são elaborados com uvas “vermelhas”, essas nos remetem a aromas de algumas frutas vermelhas ou roxas tais como a cereja, o morango, a ameixa entre outras.

Você consegue sentir o aroma de baunilha, torrada, ou ainda madeira? Provavelmente este vinho foi envelhecido em barris de carvalho.

Agora tome um pequeno gole de vinho e deixe-o “passear” em sua boca. Assim você sentirá o corpo do vinho - se mais encorpado ou mais suave. Preste atenção agora aos sabores que o vinho traz: Frutas vermelhas ou arroxeadas? Agora você já pode engolir.

Qual a sensação que fica em sua boca? Suavidade? Áspero? Você já está começando a compreender e apreciar o vinho. Tente perceber agora quanto tempo esse sabor dura em sua boca…

A sensação de suavidade ou de aspereza vai determinar a sua preferência por determinados tipos de vinho.

Para se tornar um bom sommelier você precisa praticar. Para iniciar e aprender essas diferenças tente colocar lado a lado dois vinhos: um Pinnot Noir e um Cabernet Sauvignon.

Quando você aprende a apreciar um bom vinho, seu paladar parece “aprender” a degustar qualidade.

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4 Responses to “Como degustar e avaliar um vinho tinto - II”

  1. jorginho da hora Says:

    Não sou muito chegado à bebidas acoolicas, mas um bom vinho eu degusto numa boa. gostei dessa matéria.

  2. claudir Says:

    Obrigado Jorge.
    É incrível, mas tenho um bom número de amigos que também apreciam vinhos, e nada mais que isso.
    Difícil não gostar de uma bebida que tem algumas centenas de anos de história…
    Abraço

  3. mario louro Says:

    Alguns dos elemntos citados não são tão assim .
    A identificação aromática só ´e possivel reconhecer se os aromas existirem na memoria olfactiva ,o que se pretende em 1º Lugar é momorizar sensações para depois tentar identificá-las nos 1500 aromas disponiveis nas 9 familias aromaticas que o vinho contem e se queremos manter esses aromas agitar o copo significa perder não ganhar aromas portantbasta as diferenças de temperatura para reconhecer outros aromas e se pensarmos que os vinhos brancos quando saiem di frigirifico e não do balde do gelo e estando os copos normalmente á tempertura ambiente esse choque permite libertar outros aromas portanto vinhos brancos a8 /10 ºc ,vinhos tintos 16/18ºc estamos afalar de 2 horas de porta de frigo mesmo em dias de inverno . assim nunca devemos ingerir vinhos tintos acima de 18º C . hoje fico por aqui ML

  4. claudir Says:

    Olá Mário,

    Fico contente quando encontro um amante do vinho como eu, e que conheceo com muita profundidade a escolha de um vinho corrreto.
    Certamente, com tantos aromas, é praticamente restrito a poucos narizes o reconhecimento das 9 famílias aromáticas.
    Um outro fator a ponderar é a região onde esse vinho é apreciado. O clima europeu é como sabemos, é bastante diferente do clima de uma país tropical como o Brasil, e isso também traz diferenças substanciais na avaliação de um vinho, quer seja ele branco ou tinto..
    De qualquer forma, gostei muito de seu comentário, e, claro, por favor, fique a vontade a enviar outros quando julgar necessário.
    Quem ganha, certamente são nossos leitores e, acima de tudo, apaixonados pelo vinho.

    Abraço

    Claudir

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